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TEATRO

2026

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ANA, CAROLINA E Adelaide: ainda estamos aqui

“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” retrata as republicanas e ativistas pelos direitos das mulheres Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabete, as suas reivindicações e conquistas no séc. XX, e a relação com questões atuais como o feminicídio, a assimetria de oportunidades laborais e a objetificação das mulheres.

Entre as suas várias ações, Ana de Castro Osório publicou aquele que é considerado o primeiro manifesto feminista português e impulsionou a promulgação da Lei do Divórcio e as Leis da Família. Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher a realizar uma cirurgia e a votar em Portugal. Adelaide Cabete lutou pela alfabetização das mulheres, por melhores cuidados de saúde e higiene para as grávidas e para as crianças. Estas mulheres, através do conhecimento e das suas ações, conquistaram direitos de que ainda hoje usufruímos.

“Ana, Carolina e Adelaide: ainda estamos aqui” pretende divulgar as vidas e as obras destas mulheres, refletir sobre a marginalização delas na História portuguesa e contribuir para originar outros imaginários de feminino nas antigas e nas novas gerações. Simultaneamente, questionar sobre quais os direitos ainda faltam ser conquistados e sobre quais as crenças e os interesses instalados há séculos, ainda vigentes na nossa sociedade, que contribuem para a perpetuação de um imaginário que promove um papel de submissão e inferioridade às mulheres e casos de violência como feminicídios.

Local de apresentação: Escola de Mulheres

Ficha Artística e Técnica
Ideia original, texto e direção artística: Julia Brito
Encenação: Margarida Cardeal
Interpretação: Rita Cruz, Rebeca Duarte e Julia Brito
Cenografia: Mafalda Matos
Figurinos: Clara Pache 
Desenho de Luz: Diana dos Santos
Investigação em História: Raúl de Figueiredo
Apoio à Dramaturgia: Federica Balbi e Raúl de Figueiredo
Design gráfico: Rui Miguel
Fotografia e Vídeo: Hugo Nunes
Operação de Luz e Som: Janaína Gonçalves
Interpretação em LGP: Jéssica Ferreira
Produção: Margarida Sá – ATO LIVRE

Financiamento
DGARTES - Apoio à Criação

GDA

Apoios

República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Fundação GDA
Escola de Mulheres
Pólo Cultural Gaivotas Boavista
Câmara Municipal de Lisboa
Rede de Bibliotecas Municipais
Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Assembleia da República

 

©Hugo Nunes 

2024-2026

HISTÓRIAS IMAGINADAS DE PAULA REGO

Histórias Imaginadas de Paula Rego é um espetáculo teatral criado a partir da transposição de cinco quadros da pintora nos corpos das criadoras-intérpretes e a relação com as suas temáticas centrais como a mutilação genital feminina, o direito ao aborto, o “cuidar”, a família e a vingança.  
A Família (1988), Mulher-Cão (1994), O Anjo (1998), Sem Título (Tríptico do Aborto, terceira imagem),1998 e Circuncisão (2009): que histórias existem nestas obras? Como nos transformamos nestes quadros e, posteriormente, somos transformadas por eles?

Locais de apresentação: Escola de Mulheres, Museu Casa das Histórias Paula Rego, Teatro Cine de Gouveia

Ficha Artística
Concepção e direção artística: Julia Brito

Co-criação e Interpretação: Julia Brito, Mariana Magalhães, Patrícia Melo, Federica Balbi

Supervisão dramatúrgica: Julia Brito e Federica Balbi 

Cenografia e Figurinos: Natália Castañola

Assistência à Cenografia: Hugo Olim

Desenho de Luz: Roger Madureira

Montagem de Som: Carina Stiefel

Fotografia e Vídeo: Hugo Nunes  

Designer gráfico: Rui Miguel 

Produção: ATO LIVRE 

Financiamento
DGARTES - Apoio à Criação

 

Apoios
República Portuguesa – Cultura
Direção-Geral das Artes 
Escola de Mulheres
Teatro Nacional D. Maria II
Pólo Cultural Gaivotas Boavista
Fundação Dom Luís I
Fábrica do Braço de Prata

©Hugo Nunes ©David Peixoto

2022

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diz-me como a chuva e deixa escutar

Ficha Artística

Encenação: Marta Lapa

Texto: Tennessee Williams​

Elenco: com Carina Stiefel, Fábio Nóbrega Vaz, Fernando Jorge Oliveira, Ilda Teixeira, Júlia Brito, Marta Jardim, Rita Dias e Sónia Gomes Costa

Assistência de produção: Inês Matos

Apresentação pública na Escola de Mulheres resultado da formação de "A Palavra no Corpo"

2021

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depois de morrer

E se eu morrer? E se eu morresse hoje? E se eu morresse amanhã, o que é que eu faria hoje? 

Depois de Morrer é um espetáculo em que a Morte é o ponto de partida para olharmos para a Vida. O que eu transformo na minha vida observando - e vivendo - a minha própria morte? 

Se para a Neurociência, segundo o neurocientista Roberto Lent, "imaginar é quase praticar", que potenciais mudanças esta experiência desperta?

Ficha Artística

Criação e interpretação: Julia Brito

Figurino e Cenografia: Daniela Viçoso

Designer gráfica e fotografia: Mariana Zancheta

Assistentes de Produção: Amanda Salvatori e Raúl de Figueiredo

Apoios: Pólo Cultural Gaivotas Boavista, Câmara Municipal de Lisboa, Lugar EspecíficoPrisma Estúdio Lisboa

Agradecimentos: Joice Alexandre, Vitor Lemos, Raúl de Figueiredo, Miguel Lima, Susana Alves, Mariana Mateus, Samuel Coelho, Jonathan Markish, Marta Alegre, André Oliveira, Amanda Salvatori, João Grosso e a todas as outras pessoas que contribuíram direta ou indiretamente para este espetáculo.

©Raúl de Figueiredo

2014

2012

2011

O Casamento do Pequeno Burguês - Versão Completa
01:25:06
Antígona - Honesta Cia de Teatro
Boca de Ouro - Nelson Rodrigues - Cia Honesta de Teatro

© 2026 por Julia Brito

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